O sistema operacional móvel da Ubuntu realmente está em produção. A confirmação veio da própria Canonical, que anunciou em uma lista de vagas de emprego, à procura de um Gerente de Desenvolvimento de Negócios para o projeto Ubuntu Phone.
O responsável pelo cargo terá que estabelecer contato com vendedores de telefone e companhias de telecomunicações para promover a plataforma. Mas o mais importante da notícia, é claro, não é quem a empresa quer contratar, mas o fato de o projeto estar, de fato, em andamento.
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Pentest: BackBox Linux 1.05
Backbox Linux é uma distribuição baseada no Ubuntu Lucid Lynx 10.04 LTS, desenvolvido para executar testes de penetração e realizar avaliações de segurança. Projetado para ser rápido, fácil de usar e fornecer um ambiente desktop completo graças ao seu repositório de software próprio, sempre foi atualizado para as últimas versões estáveis das mais conhecidas e utilizadas ferramentas de "hacking ético".
O registro de alterações oficiais consta de nova imagem ISO (32 e 64 bits), sistema de atualização, melhorias no desempenho, nova aparência, melhorias no menu iniciar, correções de bugs, ferramentas de hackingnovas ou atualizadas: Firefox 4, Hydra 6.2, Kismet 2011.03.2, Metasploit Framework 3.6.0, NMap 5.51, SET 1 .3.5, SqlMap 0.9, sslstrip 0.8, w3af 1.0-rc5, weevely 0.3,WhatWeb 1.4.7, Wireshark 1.4.5, Zaproxy 1.2, etc.
Além disso, a distribuição apresenta os seguintes componentes upstream: Ubuntu 10.04, Linux 2.6.32 e Xfce 4.6.1. A versão 1.05 já encontra-se disponível para download.
Mais em:
BackBox Linux: http://www.backbox.org/content/backb...window-manager
PentestIT: http://www.pentestit.com/2011/05/02/...box-linux-105/
Vi no Under-Linux
O registro de alterações oficiais consta de nova imagem ISO (32 e 64 bits), sistema de atualização, melhorias no desempenho, nova aparência, melhorias no menu iniciar, correções de bugs, ferramentas de hackingnovas ou atualizadas: Firefox 4, Hydra 6.2, Kismet 2011.03.2, Metasploit Framework 3.6.0, NMap 5.51, SET 1 .3.5, SqlMap 0.9, sslstrip 0.8, w3af 1.0-rc5, weevely 0.3,WhatWeb 1.4.7, Wireshark 1.4.5, Zaproxy 1.2, etc.
Além disso, a distribuição apresenta os seguintes componentes upstream: Ubuntu 10.04, Linux 2.6.32 e Xfce 4.6.1. A versão 1.05 já encontra-se disponível para download.
Mais em:
BackBox Linux: http://www.backbox.org/content/backb...window-manager
PentestIT: http://www.pentestit.com/2011/05/02/...box-linux-105/
Vi no Under-Linux
Lançamento: Ubuntu 11.04
- Após lançar três alfas e dois betas, a Canonical e os desenvolvedores do Ubuntu anunciaram o lançamento da versão do seu popular Ubuntu 11,04 sob o codinome "Natty Narwhal". Ubuntu 11.04 é o padrão como segundo lançamento a ser emitido após a Long Term Support da (LTS) edição do Ubuntu, a versão LTS 10.04.
Baseado no kernel 2.6.38.2 Linux, o Ubuntu 11.04 possui o Unity como novo desktop padrão da distribuição - Lembrando que ele é desenvolvido em casa pelos desenvolvedores do Ubuntu, substituindo o GNOME Shell. Outros novos recursos para o Unity Launcher na versão 11.04 incluem apoio integral a navegação pelo teclado e um menu quick-lists, permitindo que os aplicativos ofereçam atalhos personalizados para sua funcionalidade.
Natty Narwhal inclui o último Firefox 4.0 web browser, a versão 2.0 do media player Banshee e LibreOffice 3.3.2 como a suíte de escritório padrão. Outras atualizações do pacote incluem X.org 1.10.0 e Mesa 7.10.1, versão 0.9.2 do gerenciador de fotos Shotwell, versão 2.13 do arquivo peer-to-peer cliente BitTorrent.
Mais detalhes sobre esta última versão estável, incluindo uma lista de problemas conhecidos, bem como linkspara o Kubuntu, Xubuntu e Edubuntu, podem ser encontrados no Anúncio de Lançamento, Notas e no Resumo Técnico na página de origem.
Fingerprint-GUI (solução para leitores biométricos) no Ubuntu
Introdução
Existem vários tipos de biometria, como a adquirida através de veias, impressão digital, reconhecimento da face, identificação pela íris, reconhecimento pela retina, reconhecimento de voz, entre várias outras.
Recentemente muitos notebooks vem com suporte a biometria de impressão digital devido seu baixo custo, fiabilidade e rapidez. Como também já é possível adquirir um leitor biométrico USB externo por um preço bem acessível.
No entanto, um conhecido desafio aos usuários de GNU/Linux é que alguns fornecedores de hardware disponibilizam somente seus drivers em formato proprietário, dificultando sua implementação de forma genérica ou de fácil acesso ao usuário final. Para muitos desenvolvedores de software livre esse é um fator motivacional. Como é o caso dos desenvolvedores do fingerprint-gui, uma solução gráfica e fácil para leitores biométricos.
Neste artigo não irei tratar de como as coisas funcionam, porque um programa destes tem como objetivo tornar as coisas simples, então tentarei abordar uma instalação simples também. No entanto, mais informações estão disponíveis na página oficial do projeto Fingerprint GUI.
Possuo um Lenovo ThinkPad SL400, que possui um leitor biométrico, e já revirei a internet por soluções fáceis para utiliza-lo. Não aguentava mais tentativas frustradas de compilação de drivers proprietários. Mas, depois de muitas tentativas e instalações manuais, descobri que para minha nossa felicidade o David Jurenka criou um pacote que ainda está no PPA da Launchpad, mas já é bem estável e confiável.
Barra de rolagem lateral no Ubuntu 11.04 Natty Narwhal
Foi dito no projeto Google Wave “se o seu projeto precisa reiventar a barra de rolagem, você está fazendo errado”, mas talvez nem sempre isso seja verdade.
Um dos lemas do Ayana é tornar o Desktop com mais conteúdo. O objetivo é ajudar as pessoas a mergulharem em suas coisas, sem terem que se preocupar com grandes quantidades de widget que não é relevante para que eles possam se concentrar. E quando se trata de widget, há poucas coisas na esquerda que ocupam mais espaço do que as barras de rolagem.
Leia o post completo em: http://andregondim.eti.br/2011/03/barra-de-rolagem-lateral-no-ubuntu-11-04-natty-narwhal/
Um dos lemas do Ayana é tornar o Desktop com mais conteúdo. O objetivo é ajudar as pessoas a mergulharem em suas coisas, sem terem que se preocupar com grandes quantidades de widget que não é relevante para que eles possam se concentrar. E quando se trata de widget, há poucas coisas na esquerda que ocupam mais espaço do que as barras de rolagem.
Leia o post completo em: http://andregondim.eti.br/2011/03/barra-de-rolagem-lateral-no-ubuntu-11-04-natty-narwhal/
Otimizando o Kernel de seu Desktop Linux
Fala galerinha... algum tempo atrás postei como poderíamos otimizar o kernel do linux desktop por Marcelo Gonçalves Diotto, um desenvolvedor da Red Hat, e Lennart Poettering, mostrou um método bem mais interessante de efetuar esta "otimização" do sistema.
Na realidade, a dica consiste de algumas poucas linhas que são adicionadas no carregamento do sistema operacional e no $HOME/.bashrc do usuário.
Encontrei aqui no Dicas-L , vamos aos passos:
Para o Fedora:
Primeiro, instale a libcgroup (caso não a tenha instalada):
# yum install libcgroup
Logo depois, configure a mesma para o carregamento durante o boot :
# chkconfig cgconfig on
Execute o seguinte comando e depois adicione o mesmo no arquivo /etc/rc.local:
# /bin/mkdir -m 0777 /cgroup/cpu/user
Finalmente, adicione as seguintes linhas no seu arquivo $HOME/.bashrc :
if [ "$PS1" ] ; then
mkdir -m 0700 /cgroup/cpu/user/$$
echo $$ > /cgroup/cpu/user/$$/tasks
fi
Para o Ubuntu (Postado por Rodrigo Brim nos comentários do Dicas-L e testado por mim):
# apt-get install libcgroup cgroup-bin chkconfig (ao invés de utilizar o chkconfig, pode-se utilize o update-rc.d.)
# chkconfig cgconfig on
# /bin/mkdir -pm 0777 /cgroup/cpu/user
Finalmente, adicione as seguintes linhas no seu arquivo $HOME/.bashrc :
if [ "$PS1" ] ; then
mkdir -m 0700 /cgroup/cpu/user/$$
echo $$ > /cgroup/cpu/user/$$/tasks
fi
Agora curta seu desktop mais motherfucker de rápido!
Abraços!
Na realidade, a dica consiste de algumas poucas linhas que são adicionadas no carregamento do sistema operacional e no $HOME/.bashrc do usuário.
Encontrei aqui no Dicas-L , vamos aos passos:
Para o Fedora:
Primeiro, instale a libcgroup (caso não a tenha instalada):
# yum install libcgroup
Logo depois, configure a mesma para o carregamento durante o boot :
# chkconfig cgconfig on
Execute o seguinte comando e depois adicione o mesmo no arquivo /etc/rc.local:
# /bin/mkdir -m 0777 /cgroup/cpu/user
Finalmente, adicione as seguintes linhas no seu arquivo $HOME/.bashrc :
if [ "$PS1" ] ; then
mkdir -m 0700 /cgroup/cpu/user/$$
echo $$ > /cgroup/cpu/user/$$/tasks
fi
Para o Ubuntu (Postado por Rodrigo Brim nos comentários do Dicas-L e testado por mim):
# apt-get install libcgroup cgroup-bin chkconfig (ao invés de utilizar o chkconfig, pode-se utilize o update-rc.d.)
# chkconfig cgconfig on
# /bin/mkdir -pm 0777 /cgroup/cpu/user
Finalmente, adicione as seguintes linhas no seu arquivo $HOME/.bashrc :
if [ "$PS1" ] ; then
mkdir -m 0700 /cgroup/cpu/user/$$
echo $$ > /cgroup/cpu/user/$$/tasks
fi
Agora curta seu desktop mais motherfucker de rápido!
Abraços!
Mensagem ao abrir Terminal no Ubuntu
Hello World!...
Hoje, meu primeiro dia de férias, vou acordar de manhã e ir trabalhar!
Ah... como eu adoro ir trabalhar quando estou de férias!!! (Ironicamente falando).
Bem, deixaremos isso de lado...
O tutorial, de minha autoria, explica como colocar uma mensagem personalizada que aparecerá no terminal quando aberto no linux.
Hoje, meu primeiro dia de férias, vou acordar de manhã e ir trabalhar!
Ah... como eu adoro ir trabalhar quando estou de férias!!! (Ironicamente falando).
Bem, deixaremos isso de lado...
O tutorial, de minha autoria, explica como colocar uma mensagem personalizada que aparecerá no terminal quando aberto no linux.
Quer evitar a fadiga? Crie apelidos para seus comandos mais usados!
Com o passar do tempo usando o Linux, invariavelmente o usuário percebe o poder e aflexibilidade da linha de comando, para muitos o bicho-papão do sistema operacional.
De fato, usar a linha de comando dá ao usuário mais liberdade para realizar tarefas as mais diversas em seu uso cotidiano do computador, de maneira mais rápida se fizesse pelainterface gráfica. Um usuário que precise atualizar e instalar atualizações de pacotes pode fazer isto com
Se você se vê numa situação como essa, tendo algum conhecimento sobre o assunto, pode até criar um script shell que execute todas essas ações -- inclusive, fazendo tratamento de erros e outras firulas de programação. Mas, como o título do post é evitar a fadiga, faremos isto de modo mais simples.
O Bash possui uma função muito interessante chamada alias. Um alias, ao pé da letra, é um apelido para um comando. Quando você digita o alias, o Bash entende que deve executar na verdade o comando vinculado àquele apelido.
Um alias possui a seguinte sintaxe:
O arquivo
Alguns exemplos de aliases:
Fonte: Ubuntex
De fato, usar a linha de comando dá ao usuário mais liberdade para realizar tarefas as mais diversas em seu uso cotidiano do computador, de maneira mais rápida se fizesse pelainterface gráfica. Um usuário que precise atualizar e instalar atualizações de pacotes pode fazer isto com
sudo apt-get update ; sudo apt-get dist-upgrade. Outro que queira montar uma unidade externa de armazenamento, compactar sua pasta pessoal, assiná-la digitalmente, mover essa pasta compactada para a unidade montada e depois desmontá-la pode fazer com mount -t vfat /dev/sdc1 /media/unidade && tar -cf meu_home.tar /home/usuario/ ; gzip meu_home.tar && gpg -s meu_home.tar.gz && mv meu_home.tar.gz /media/unidade/ && umount /media/unidade, tudo de modo contínuo, só interrompendo em caso de algum erro -- no GNOME, a mesma operação pode demorar mais tempo para ser realizada, prendendo o usuário enquanto as ações são executadas.Se você se vê numa situação como essa, tendo algum conhecimento sobre o assunto, pode até criar um script shell que execute todas essas ações -- inclusive, fazendo tratamento de erros e outras firulas de programação. Mas, como o título do post é evitar a fadiga, faremos isto de modo mais simples.
O Bash possui uma função muito interessante chamada alias. Um alias, ao pé da letra, é um apelido para um comando. Quando você digita o alias, o Bash entende que deve executar na verdade o comando vinculado àquele apelido.
Um alias possui a seguinte sintaxe:
alias apelido='comando' e pode ser criado a qualquer momento numa sessão iniciada. Dessa forma, entretanto, ao terminar ou reiniciar a sesão, os aliases serão "esquecidos" pelo Bash. Para que o Bash "guarde" os aliases que você criar, há duas opções: colocá-los no arquivo ~/.bashrc ou criar um arquivo específico, o ~/.bash_aliases. Das duas, por uma questão de organização e controle de alterações, a segunda opção parece ser mais indicada; mas isso fica a seu gosto.O arquivo
.bash_aliases é um arquivo de texto comum, e pode ser criado no GNOME clicando com o botão-direito, Criar documento, Arquivo vazio ou, pela linha de comando,touch ~/.bash_aliases. Depois, é só abrir o arquivo e editá-lo, criando os aliases como explicado acima.Alguns exemplos de aliases:
alias atualizar='sudo apt-get update ; sudo apt-get dist-upgrade'
alias instalar='sudo apt-get install'
alias remover='sudo apt-get remove --purge'Fonte: Ubuntex
Habilitando a opção "Definir como Papel de Parede" no menu de contexto do Nautilus
Boa tarde pessoal, quem nunca viu aquele super wallpaper e, como de costume, deu um clique com o botão direito do mouse sobre o mesmo e a opção "Definir como plano de fundo da área de trabalho" não apareceu? (isso usando o Ubuntu).
Na verdade essa opção não vem habilitada por padrão no Nautilus, mas há uma maneira de habilitá-la, ela se chama Nautilus-Wallpaper.
Para instalar o Nautilus-Wallpaper, segue o comando:
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install nautilus-wallpaper
Após a instalação, o menu de contexto "Definir como plano de fundo da área de trabalho" estará ativo, como na figura abaixo:

Fonte: Ubuntu-Geek
Na verdade essa opção não vem habilitada por padrão no Nautilus, mas há uma maneira de habilitá-la, ela se chama Nautilus-Wallpaper.
Para instalar o Nautilus-Wallpaper, segue o comando:
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install nautilus-wallpaper
Após a instalação, o menu de contexto "Definir como plano de fundo da área de trabalho" estará ativo, como na figura abaixo:
Fonte: Ubuntu-Geek
Tecnologia de ‘Minority Report’ no Ubuntu usando o Kinect
Se você é daqueles que ficaram impressionados e entusiasmados com aquela cena de ‘Minority Report’ em que Tom Cruise controla um monitor panorâmico com gestos no ar, saiba que a façanha já é possível no seu computador de casa, graças ao Kinect, acessório para o console de jogos Xbox 360, e o sistema operacional Ubuntu.
O vídeo abaixo mostra como o gadget se comporta ao ser usado com um aplicativo simples de navegação de imagens. O experimento ainda está engatinhando, mas já impressiona.
Isso é possível graças a uma coisa chamada TISCH, que agora tem um PPA com suporte ao Kinect. Para instalar, abra o Terminal e cole o código abaixo:
sudo apt-add-repository ppa:floe/libtisch
sudo apt-get update
sudo apt-get install libtisch libtisch-dev libtisch-csharp libtisch-java libtisch-python
Fonte: Game Vício
Otimizando o Kernel de seu Desktop Linux (Por Marcelo Diotto)
Há três dias (16/11/2010) foi divulgado pela Phoronix um patch de cerca de 200 linhas de código que é milagroso muito bom e aumenta a velocidade do seu Desktop Linux. O próprio Linus comentou que o código era muito bom! Basicamente o que ele faz é usar o novo agendador de processos chamado Brain Fuck Scheduler (nome sugestivo hein!!! deve ser meio complexo né?)
Logo em seguida Lennart Poettering, um desenvolvedor da Red Hat, sugeriu uma pequena mudança no arquivo /etc/rc.local e no ~/.bashrc do usuário que realiza a mesma tarefa que o patch, sem a necessidade de recompilar o kernel. Na verdade foram feitos alguns testes de performance e chegaram a dizer que a solução proposta for Lennart era melhor do que o Patch:
"OK, I've done some tests and the result is that Lennart's approach seems
to work best. It also _feels_ better interactively compared to the
vanilla kernel and in-kernel cgrougs on my machine. Also it's really
nice to have an interface to actually see what is going on. With the
kernel patch you're totally in the dark about what is going on right
now." (http://lkml.org/lkml/2010/11/16/392)
Testei o patch divulgado mas encontrei alguns erros para habilitá-lo no Ubuntu 10.10, portanto segue a versão corrigida por mim e com algumas melhorias.
Abra o terminal e em seguida faça os seguintes procedimentos:
1) Editar arquivo rc.local:
sudo gedit /etc/rc.local
Insira as seguintes linhas ANTES do “exit 0”:
mkdir -p /dev/cgroup/cpu
mount -t cgroup cgroup /dev/cgroup/cpu -o cpu
mkdir -m 0777 /dev/cgroup/cpu/user
echo "1" > /dev/cgroup/cpu/user/notify_on_release
echo "/usr/local/sbin/cgroup_clean" > /dev/cgroup/cpu/release_agent
Salve e feche.
O rc.local já deverá possuir permissão de execução, mas por garantia vamos dar permissão novamente:
sudo chmod +x /etc/rc.local
2) Criar arquivo cgroup_clean
sudo gedit /usr/local/sbin/cgroup_clean
Insira as seguintes linhas no arquivo.
#!/bin/sh
if [ "$1" != "/user" -a "$1" != "/user/" ]; then
rmdir /dev/cgroup/cpu$1
fi
Salve e feche.
Vamos dar permissão de execução para o arquivo:
sudo chmod +x /usr/local/sbin/cgroup_clean
3) Editar o arquivo /etc/bash.bashrc
sudo gedit /etc/bash.bashrc
Inserir as seguintes linhas no começo do arquivo:
if [ "$PS1" ] ; then
mkdir -m 0700 /dev/cgroup/cpu/user/$
echo $ > /dev/cgroup/cpu/user/$/tasks
fi
4) Reinicie o computador
Logo em seguida Lennart Poettering, um desenvolvedor da Red Hat, sugeriu uma pequena mudança no arquivo /etc/rc.local e no ~/.bashrc do usuário que realiza a mesma tarefa que o patch, sem a necessidade de recompilar o kernel. Na verdade foram feitos alguns testes de performance e chegaram a dizer que a solução proposta for Lennart era melhor do que o Patch:
"OK, I've done some tests and the result is that Lennart's approach seems
to work best. It also _feels_ better interactively compared to the
vanilla kernel and in-kernel cgrougs on my machine. Also it's really
nice to have an interface to actually see what is going on. With the
kernel patch you're totally in the dark about what is going on right
now." (http://lkml.org/lkml/2010/11/16/392)
Testei o patch divulgado mas encontrei alguns erros para habilitá-lo no Ubuntu 10.10, portanto segue a versão corrigida por mim e com algumas melhorias.
Abra o terminal e em seguida faça os seguintes procedimentos:
1) Editar arquivo rc.local:
sudo gedit /etc/rc.local
Insira as seguintes linhas ANTES do “exit 0”:
mkdir -p /dev/cgroup/cpu
mount -t cgroup cgroup /dev/cgroup/cpu -o cpu
mkdir -m 0777 /dev/cgroup/cpu/user
echo "1" > /dev/cgroup/cpu/user/notify_on_release
echo "/usr/local/sbin/cgroup_clean" > /dev/cgroup/cpu/release_agent
Salve e feche.
O rc.local já deverá possuir permissão de execução, mas por garantia vamos dar permissão novamente:
sudo chmod +x /etc/rc.local
2) Criar arquivo cgroup_clean
sudo gedit /usr/local/sbin/cgroup_clean
Insira as seguintes linhas no arquivo.
#!/bin/sh
if [ "$1" != "/user" -a "$1" != "/user/" ]; then
rmdir /dev/cgroup/cpu$1
fi
Salve e feche.
Vamos dar permissão de execução para o arquivo:
sudo chmod +x /usr/local/sbin/cgroup_clean
3) Editar o arquivo /etc/bash.bashrc
sudo gedit /etc/bash.bashrc
Inserir as seguintes linhas no começo do arquivo:
if [ "$PS1" ] ; then
mkdir -m 0700 /dev/cgroup/cpu/user/$
echo $ > /dev/cgroup/cpu/user/$/tasks
fi
4) Reinicie o computador
Vídeo: multitouch no Ubuntu com o driver livre do Kinect
Começam a surgir usos para o recém-disponibilizado driver livre para o controle visual Kinect, da Microsoft.
O caso de hoje é apenas uma prova de conceito criada por um usuário, e não uma aplicação mantida pela distribuição – mas já tem um PPA, se você quiser testar.
O post do OMGUbuntu não tem muitos detalhes técnicos, mas ao menos explica como instalar usando o PPA ;-) (via omgubuntu.co.uk)
Fonte: BR-LINUX
O caso de hoje é apenas uma prova de conceito criada por um usuário, e não uma aplicação mantida pela distribuição – mas já tem um PPA, se você quiser testar.
O post do OMGUbuntu não tem muitos detalhes técnicos, mas ao menos explica como instalar usando o PPA ;-) (via omgubuntu.co.uk)
Fonte: BR-LINUX
NVIDIA não dará suporte ao Wayland, que Ubuntu deve adotar
A NVIDIA declarou que não tem planos de dar suporte ao Wayland, servidor gráfico que o Ubuntu planeja adotar no futuro. A declaração publicada no fórum oficial da empresa por um dos porta-vozes da fabricante de processadores gráficos torna mais difícil a substituição do X11, pois este tipo de programa interage fortemente com os drivers da placa de vídeo.
O post de AaronP é direto e reto: We have no plans to support Wayland (Não temos planos de dar suporte ao Wayland) não deixa muito espaço para dúvidas. Sem o apoio da NVIDIA , é improvável que o Wayland consiga exibir gráficos sofisticados na tela como efeitos 3D e transparências em computadores com o processador gráfico da empresa. O esperançoso site OMG ! Ubuntu aponta como alternativa o uso do driver livre Nouveau, mas ele é baseado em engenharia reversa e não tem toda a capacidade dos drivers oficiais.
A mudança do Ubuntu do X11 para o Wayland ainda não é uma decisão definitiva, e o próprio Mark Shuttleworth pondera no anúncio da mudança que há muitas dificuldades a serem superadas antes da proposta se tornar viável. Esta é, então, só mais uma na lista.
.
O que é X11?
Todo Unix, desde que começou a ter capacidade de mostrar gráficos na tela em algum momento dos anos 80, usa um tipo de programa conhecido como Servidor X (ou X Server ) para fazer a interface entre os programas e a tela do computador. É o Servidor X (ou simplesmente X) quem “desenha” na tela e é o responsável por apresentar no monitor as janelas, ponteiro do mouse e informações. O protocolo X Windows System (a forma e as regras sobre como o sistema funciona) foi criado pelo MIT em 1984 e adaptado pelos fabricantes de Unix na época, como a IBM e seu AIX e a Sun com seu Solaris. A implementação do X (ou seja, transformar as “normas” boladas pelo MIT em um software) esá hoje a cargo de uma “ong” chamada X.org (o nome do programa e da “ong” é o mesmo do site: x.org ).
Os outros sistemas operacionais (seja o Windows, o Mac OS X ou qualquer outro menos popular) também têm seus subsistemas que desempenham a mesma função, embora nem sempre empregando o mesmo princípio de operação. O Windows, por exemplo, não usa o modelo cliente/servidor, como o X, mas sim uma abordagem mais direta de renderização na tela. Por isso, na maioria das vezes, tem melhor desempenho de vídeo sobre o mesmo hardware.
O GNU /Linux (ou simplesmente Linux) é um clone do Unix original e, embora não tenha nenhum código da AT&T (mesmo que a SCO diga que sim – tinyurl.com/2bkzcpt ), funciona exatamente da mesma maneira – e portanto precisa de um servidor X.
Em seus primeiros anos, o Linux não pôde usar o X Window System original do MIT /X.org porque (simplificando bastante a explicação) não estava disponível para o hardware dos PCs, apenas para as caríssimas máquinas Unix com processadores RISC . Por isso, foi necessário desenvolver alternativas livres para o servidor X. Por muitos anos, todas as distribuições usaram um servidor de código aberto chamado Xfree86 ( xfree86.org ).
Com o advento de uma versão do X.org para processadores de PC (os chamados x86), o Xfree86 aos poucos foi substituído, na maioria das distribuições e em todas as mais importantes, como Ubuntu, Fedora, Debian, Slackware e SuSE
Para piorar as coisas, não exite “um Linux”. Na verdade, o Linux é só um nucleo, um pedacinho do sistema operacional. Você precisa juntá-lo com outros componentes para transformá-lo num sistema completo. Como muitas pessoas e organizações diferentes acabam montando sua prória versão do Linux, surgem vários Linuxes por aí, que chamamos de distribuições (entenda mais sobre elas aqui: tinyurl.com/distlinux ).
É por essa liberdade proporcionada pelo mondo libre que a Canonical quer substituir (novamente) o servidor X, desta vez trocando o X.org pelo Wayland ( wayland.freedesktop.org ).
Fonte: Yahoo Notícias
Aprenda Ubuntu Linux
O Programa tem como objetivo o treinamento (formação de profissionais Ubuntu) e a contratação de novos profissionais e instrutores em todo território nacional, visando a demanda de profissionais oficiais Ubuntu. Você precisa:
- Fazer o curso Ubuntu Professional: curso de 30h, presencial, ministrado por instrutor já credenciado e 10h de acompanhamento até o dia da prova, com material oficial Ubuntu.
- Passar avaliação que poderá ser feita em qualquer centro autorizado Ubuntu.
- Os instrutores aprovados terão acesso as novidades das novas versões, isso quer dizer que todo ano você tem pelo menos 2 treinamentos on-line (a cada nova versão) para cada tecnologia apresentada pela Canonical.
O programa será promovido em todo território nacional, abrindo turmas nas principais capitais e cidades brasileiras. Você pode solicitar o programação na sua cidade fazendo sua reserva. Vamos entrar em contato com todos os candidatos.
Ubuntu Professional com carga horária de 30h (com 10h on-line)
Kit para o aluno
- Brindes para os 100 primeiros alunos de todo o Brasil
- Você pode antecipar o material e estudar em casa, enquanto espera o início do curso.
Vantagens do Instrutor
- O candidato aprovado na formação Instructor recebe de volta o investimento do curso junto com o pagamento da sua primeira turma ministrada. É um incentivo para ajudar os profissionais que querem trabalhar com o Ubuntu.
- Os cursos Ubuntu Server, Cloud Computing, assim como o treinamento das novas versões, serão oferecidos ao instrutor oficial sem custo.
- Entende-se que o instrutor será um profissional liberal, sem vinculo empregatício com a Fuctura ou com a Canonical. Todas as vantagens da formação para instrutor serão apresentadas durante o curso.
Saiba Mais: www.aprendaubuntu.com.br
Servidor LAMP por Alexsander de Souza Reis
Bom dia pessoal, como prometi pra alguns amigos, estou postando agora um tutorial que elaborei relacionado ao Servidor Web Linux.
Pra quem não sabe, LAMP é o nome dado ao servidor web que utiliza: Linux - Apache - Mysql - PHP.
Os requisitos para começarmos o trabalho em um servidor Linux Web são simples, veja a seguir:
Agora que já sabemos o que precisamos para começar, mãos a obra.
Pra quem não sabe, LAMP é o nome dado ao servidor web que utiliza: Linux - Apache - Mysql - PHP.
Os requisitos para começarmos o trabalho em um servidor Linux Web são simples, veja a seguir:
- Saber instalar o Ubuntu Linux 10.04.1 LTS Desktop;
- Conhecer o sistema de arquivos de um S.O Linux;
- Ter noções básicas sobre o terminal e comandos utilizados Linux.
Agora que já sabemos o que precisamos para começar, mãos a obra.
Resetando painéis - Ubuntu 10.10
Bom dia pessoal!! (quanto tempo hein?!).
Quem nunca por acidente ou por alguma causa sobrenatural ferrou, apagou ou destruiu seus painéis no Ubuntu?... É, na verdade nunca conseguimos deixá-lo como original novamente sem muito esforço.
A solução que colocarei aqui é sem simples, veja:
Pressione as teclas: Alt+F2
Na caixa que aparecer (Executar comando), entre com o comando: gnome-terminal
Vamos no caminho: cd /home/USUARIO/.gconf/apps/panel Obs.: Substitua USUARIO pelo seu usuário do sistema.
Dentro da pasta panel digite o comando: rm -rf *
Vamos reiniciar o sistema: sudo shutdown -r now
---
O que fizemos?
Simplesmente, tudo que é alterado nos painéis é armazenado como configuração dentro da pasta ~/.gconf/apps/panel, assim, quando apagamos todas as "configurações" de dentro desta pasta, ao reiniciar-mos, o Ubuntu cria os arquivos de configurações Default , padrão ou original (permita-se escolher a palavra que melhor define isso).
Pronto, seu painel está original novamente...
Abraços!
Quem nunca por acidente ou por alguma causa sobrenatural ferrou, apagou ou destruiu seus painéis no Ubuntu?... É, na verdade nunca conseguimos deixá-lo como original novamente sem muito esforço.
A solução que colocarei aqui é sem simples, veja:
Pressione as teclas: Alt+F2
Na caixa que aparecer (Executar comando), entre com o comando: gnome-terminal
Vamos no caminho: cd /home/USUARIO/.gconf/apps/panel Obs.: Substitua USUARIO pelo seu usuário do sistema.
Dentro da pasta panel digite o comando: rm -rf *
Vamos reiniciar o sistema: sudo shutdown -r now
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O que fizemos?
Simplesmente, tudo que é alterado nos painéis é armazenado como configuração dentro da pasta ~/.gconf/apps/panel, assim, quando apagamos todas as "configurações" de dentro desta pasta, ao reiniciar-mos, o Ubuntu cria os arquivos de configurações Default , padrão ou original (permita-se escolher a palavra que melhor define isso).
Pronto, seu painel está original novamente...
Não tenha medo de errar, pois são dos erros que aprendemos e assim surgem os acertos.
Abraços!
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