Fechar


Mostrando postagens com marcador wikileaks. Mostrar todas as postagens

Biografia de fundador do WikiLeaks será publicada pela Companhia das Letras

Editora adquiriu os direitos para publicação no Brasil da Canongate Books, detentora dos direitos mundiais; na Grã-Bretanha, livro chega em abril.

A biografia do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, será publicada no Brasil pela Companhia das Letras, informou a editora nesta sexta-feira (7/1).

A empresa adquiriu os direitos de publicação no País da Canongate Books, que por sua vez comprou os direitos mundiais, com exceção dos Estados Unidos, para a publicação do livro.

Outras editoras que compraram direitos de publicação para seus respectivos países foram Feltrinelli (Itália), Laffont (França), Randon House/Mondadori (Espanha) e Objectiva (Portugal).

Ao jornal britânico Sunday Times, em dezembro, Assange afirmou ter recebido 502 mil dólares da Canongate Books, e mais 800 mil dólares da editora Alfred A. Knopf pelos direitos para publicação nos Estados Unidos.

O dinheiro, disse o fundador do site, seria utilizado para as despesas do processo pelo qual responde na Suécia - e pelo qual foi preso na Inglaterra - e para "manter o WikiLeaks com a cabeça fora d'água".

A previsão é que a Canongate lance o livro na Grã-Bretanha em abril de 2011. A data de lançamento do livro no Brasil e nos outros países não foi divulgada.

Fonte: IDGNOW

Governo dos EUA pede ao Twitter dados sobre contas de ativistas do Wikileaks

O próprio WikiLeaks informa hoje a seus seguidores que o Departamento de Justiça (DOJ) intimou o Twitter a divulgar detalhes sobre contas de voluntários.

O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) enviou ao Twitter uma ordem judicial para que o serviço revele informações sobre as contas relacionadas com pessoas associadas WikiLeaks. A próprio Wikileaks denunciou a ação, via Twitter. Ativistas do Wikileaks também começaram a denunciar a ação do DOJ, via Twitter, em suas contas pessoais no serviço.

Birgitta Jonsdottir, ativista do Wikileaks e membro do parlamento da Islândia, chega a afirmar ter iniciado "uma batalha jurídica para impedir os EUA se apodere" de suas mensagens, após ser informado pela Twitter sobre a intimação. "O departamento de justiça está requisitando informações ao Twitter. Tenho 10 dias para impedi-lo através do processo legal", explica em uma um de seus tweets publicados na madrugada deste sábado, 8/1.

Ao jornal inglês "Guardian", Marc Rotenberg, presidente do Electronic Privacy Information Centre (EPIC), alerta que o governo tem o direito de obter informações, mas que tem de ser feito de forma lícita, através de um processo legal que poderia determinar o envio de intimações desse tipo. "Parece improvável para mim. Mas é uma grande questão aqui nos EUA", disse Rotenberg, lembrando que o governo americano tem procurado meios de processar o Wikileaks após o vazamento de uma série de mais de 250 mil documentos diplomáticos norte-americanos. Até o momento, o Wikileaks e seus parceiros publicaram 2.700 dos 250 mil documentos obtidos.

Procurado por jornais e agências de notícias, o Twitter nega-se a comentar o caso.

Membros do WikiLeaks suspeitam que outras empresas americanas de internet foram procuradas por autoridades americanas como parte de uma investigação em curso.

Fonte: IDGNOW

Wikileaks publica documento com planos de organização para frear software livre na União Europeia

“O documento publicado pela Wikileaks mostra que Jonathan Zuck, presidente da Association for Competitive Technology, uma organização com fortes laços com a Microsoft, influenciou mudanças em documentos de trabalho da União Europeia.

Entre as modificações feitas por Zuck estão a grande ênfase sobre a mistura de softwares livres e proprietários (a armadilha do “núcleo aberto”), a eliminação da crítica das patentes de software e ameaças de processos judiciais frívolos por detentores de patentes e o enfraquecimento dos argumentos a favor dos direitos de desenvolvedores de software livre livremente aplicarem os padrões.” [referência: blog.javier-carrete.com]

 

Fonte: BR-Linux

Hackers Saem em Defesa do WikiLeaks

Um pouco atrasado mais ainda assim publicarei.

 

Com o intuito de atacar os sites das instituições que se posicionaram contra as negociações com o WikiLeaks, um grupo de hackers denominado Anonymous entrou em ação, definindo uma espécie de operação chamada deOperation Payback, fazendo frente à grupos antipirataria. Os hackers afirmam que Julian Assange é defensor dos mesmos princípios do grupo, além de dizerem que pretendem se manifestar contra qualquer site que possa prejudicar o WikiLeaks.

Os hackers, além da utilização de servidores próprios, contaram com a ajuda de "máquinas zumbis" para expandir o número de computadores envolvidos nos ataques realizados. Esses "PCs zumbis" são infectados com vírus, que possibilitam aos atacantes o total controle do sistema operacional da máquina em questão. Dessa forma, os donos dos computadores ficam sem saber que suas máquinas estão sendo utilizadas para realizar ataques a outros sites.

 

Mais em:  http://www.informationweek.com/news/...leID=228600035

Fonte: UnderLinux